Por que é tão difícil conseguir patrocínio?

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Estagiário de Captação de Recursos
Função: Captar recursos para projetos dos clientes DEARO com supervisão direta de Fernanda Dearo e bolsa integral em todos os cursos DEARO por um ano. As atividades englobam pesquisa de fontes de recursos, elaboração de projetos, preenchimento de editais e reuniões de negócios. Envie currículo atualizado com pretensão salarial e 3 referências.


Doações para ONGs

Um meio de financiar iniciativas voltadas para a criança e o adolescente no Brasil é praticamente ignorado no país. Os contribuintes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, podem, por lei, fazer doações a projetos sociais voltados a esse público, e deduzi-las do Imposto de Renda a pagar.


Remuneração do Captador

Qual a melhor maneira de remunerar um captador de recursos pelos seus serviços? Nesse artigo Fernanda Dearo fala de como está essa situação no Brasil.


Eu já fiz DEARO!


"Estou entrando nesta área de elaboração de projetos, e com este curso pude ter informações  muito ricas, com palestrantes de primeira, bagagem gigante, que da gosto de ver. Torna-se empolgante, é dinâmico e o conhecimento é único. Obrigada a Dearo por proporcionar momentos assim".

 

Cristina Donzeli - Legião da Boa Vontade- LBV - Sede São Paulo
Aluna do curso "Elaboração de Projetos para Captação de Recursos" Julho 2010 SP


"A DEARO dá o "pulo do gato" em captação de recursos e elaboração de projetos em seus cursos. Agradeço de coração as informações."

Virgínia Garcez - Presidente da UNIPAZ Salvador 
Aluna do curso "Oficina de Captação de Recursos" 2009 SP


"O curso da DEARO nos traz informações através de plaetsrantes experientes com muito conhecimento no tema proposto, transmitindo muita credibilidade. Após o curso, tenho certeza de que muita coisa em meu trabalho vai mudar para melhor."

Marco Maia - Diretor de Marketing do Goiás Esporte Clube Aluno do curso "Oficina de Captação de Recursos" 2009 SP


24/02/2010 - Por que é tão difícil conseguir patrocínio?

Por Fernanda Dearo

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Por que é tão difícil conseguir patrocínio no Brasil?


Diariamente recebo emails de atletas, pessoas com projetos e idéias incríveis, ONGs com trabalhos significativos no vermelho, artistas, atores, ambientalistas. Todos em busca de dinheiro, de recursos, de patrocínio. Diria, alguns, desesperados.

Por que será que é tão difícil captar recursos? Por que será que é tão difícil conseguir patrocínio no Brasil? A resposta é mais simples do que se imagina: porque essa atividade é complexa, detalhada, exige dedicação integral, expertise, conhecimento de mercado, conhecimento técnico, prático, habilidades específicas, ou seja, deve ser desempenhada por um profissional.

Numa comparação simples, um atleta de vôlei faz bem o quê? Joga vôlei. E por que joga tão bem? Porque se dedica em tempo integral a isso, treina diariamente e em médio e longo prazo, gosta do que faz, torna-se um especialista, com possibilidade de quebrar recordes, ganhar prêmios, representar o país, e assim por diante.

Não é diferente com um PROFISSIONAL de captação de recursos. Por que será que é mais fácil captar recursos tendo um profissional ou empresa especializada? Porque para ser especialista, certamente esse profissional estudou, praticou, obteve êxito e sabe como fazer BEM FEITO, principalmente já conhece todos os obstáculos desse caminho.

Tenho acompanhado eventos grandes, desde puro entretenimento, feiras, automobilismo, acredite! Jogos de futebol, diversos esportes, teatro, shows, concertos, recebo inúmeros projetos muito interessantes, com conteúdos extraordinários, propostas de transformação social, ambiental, cultural, educacionais, voltados para geração de renda em comunidades, reciclagem, proteção de animais, preservação de áreas, reflorestamento, saúde, direitos. O que eles têm em comum? Não reproduzem de forma profissional o que de verdade podem oferecer a um patrocinador. Minha percepção é de que a palavra patrocínio ainda é limitada ao pouco que aprendemos sobre isso na faculdade de marketing. A criatividade ficou em segundo plano. O conteúdo técnico é riquíssimo, mas a capacidade de otimizar as informações em uma apresentação profissional praticamente nula. A capacidade de aproveitar espaços para desenvolver relacionamentos, fechar negócios é limitada. É sempre a mesma coisa, estampar a logomarca no carro, no banner, na camiseta e no boné.

Achou isso muito ruim? Ainda não é o pior. Mesmo sem uma apresentação profissional, esses idealistas, fantásticos patriotas em busca de apoio, enviam suas propostas para as mesmas empresas, sem sequer saber como o mercado funciona. “Dão tiro para tudo quanto é lado”. E como conhecem poucos “lados”, procuram sempre as mesmas empresas. Ou seja, diminuem ainda mais a chance de conseguir retorno, despertar interesse.

Achou isso muito pior? Tem mais. Buscar patrocínio no Brasil virou sinônimo de pedir ajuda, filantropia. Passar o chapéu, pedir socorro, pelo amor de Deus, “me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí”. No mundo corporativo, ou melhor, no mundo dos negócios, negócio é negócio. O recurso sai se o investimento se transformar em retorno, se conseguir se pagar, se pelo menos trouxer visibilidade, espaço, mídia, clientes, simpatia à marca, publicidade, aumento nas vendas. Simples assim. Quem cria o projeto, o artista, o atleta, a ONG é tão emocionalmente envolvido no processo que esquece que quem está de fora não entende do assunto de forma técnica. E por querer tanto que isso aconteça, automaticamente se coloca no papel do pedinte, coitadinho e faz da reunião um pedido de doação. Ou então coloca no papel todos os termos técnicos da área do projeto, transformando uma oportunidade de investimento em um documento “chato”. Do outro lado o investidor se sente um cofre ambulante e o que deveria ser discutido sobre negócios, interesses, retorno, fica pra trás. Resultado: mais um não!

Tudo e todos são passíveis de captar recursos. ONGs, empresas, sim empresas! Artistas, atletas, escritores, qualquer um que for bom em alguma coisa. Acredite, já captei recursos para montar uma clínica veterinária de um médico veterinário. E confesso, não foi difícil. Basta transformar a idéia/projeto em produto e oferecer contrapartidas.

No ano passado fiz um teste: escolhi um atleta praticamente anônimo, mas bom no que faz, para captar patrocínio para ele. Em 8 meses conseguimos fechar uma cota. Claro que o projeto precisa ser no mínimo viável. Patrocinar uma viagem só de ida à Plutão é um tanto incerto. E claro, cumprir o prometido.

Na mesma época fiz contato com a equipe de uma atleta muito famosa a pedido de uma empresa cliente minha que queria patrocina-la e fui recebida praticamente a tapas. Percebi que não existe uma assessoria especializada de patrocínios nos grandes escritórios desses atletas. Fui atendida por um advogado que queria meus contatos antes de fecharmos qualquer negócio. Resultado: direcionei os recursos de patrocínio dessa empresa para outro atleta.


É preciso entender que existem passos fundamentais nessa caminhada, é como querer casar no primeiro minuto com a primeira pessoa que se acha bonita. Parceria e compromisso são laços sérios, envolvem investimento, responsabilidades, avaliação, envolvimento, TEMPO, retorno para todos.

Enquanto a figura do captador de recursos não for reconhecida como verdadeira ponte nos negócios onde o lado 1 é puro conteúdo técnico e o lado 2 é puro investimento com interesse pertinente e conveniente, continuará sendo difícil buscar patrocínio.

O verdadeiro profissional de captação de recursos dedica-se integralmente a manter bons relacionamentos com os responsáveis das empresas, dos órgãos governamentais, de embaixadas, de ONGs patrocinadoras, de fundos, de investidores. Conhece bem esse mercado, sabe quais as preferências, pula obstáculos, evita comprometer a imagem dele a imagem do cliente, negocia com ética, acompanha com atenção, mantém vivo o interesse do investidor.

Só mais um detalhe, não espere conseguir patrocínio do dia para noite. Captar recursos é uma atividade de médio à longo prazo, de pelo menos seis meses de plantio. Colher é possível, desde que um especialista cuide da horta, analise o clima, utilize o adubo certo.


E nada mais profissional do que cada um na sua especialidade. Vamos dar lugar a esse profissional e fazer acontecer!


Fernanda Dearo é captadora de recursos há 16 anos, sócia-fundadora da DEARO Marketing Social e Captação de Recursos há 10 anos, ministrante de cursos e palestras sobre o tema, possui mais de 7 mil ex-alunos.

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sandra machado - 29/08/2010 14:20
obrigado pela luz no fim do túneo, tenho um progeto de produção de audio visual em comunidades carente aparti do rj , mais não entendo nada de de captação de patrocinio. valeu as dicas
Ana cristina Franco Veloso da Cruz - 01/07/2010 08:37
Muito interessante o artigo, e especialmente no meu interesse de capacitação. Gostaria de receber mais informaçãoes sobre cursos na minha cidade Salvador e RM - Bahia.
Silvia Adriane Tavares Moura - 30/06/2010 19:09
Parabens a Fernanda porque já tive a grata satisfação de aprender com ela e de fato ela escreve o que vive em seu dia a dia e sabe ser BEM PROFISSIONAL.
Helder Lucas - 30/06/2010 15:01
interessante !!!
Laura Borges - 30/06/2010 11:15
Gostaria deste curso a distância.
Deuzete - 30/06/2010 10:55
Parabéns Fernanda, Sou sua fã, admiro muito seu trabalho e esse artigo nos mostra a real situação do dia dia. Precisamos de bons profissionais. abraço!
Maria Inês dos Reis - 29/06/2010 16:43
Excelente, artigo prático objetivo, auxilia qualquer profissional ou leigo, a compreender realmente o papel do captador de recursos. Acredito tb que o captador de recurso já possui o instinto para o negócio. Pois o tempo todo utilizamos o nosso marketing pessoal e profissional para captarmos o recurso do projeto a qual estamos atuando. Seu artigo incentiva ainda mais o captador. Pasrabéns A dedicação responsabilidade é fundamental para alcançarmos objetivo .
JOAO ASSUERO - 29/06/2010 09:23
Ótimo artigo, acho muito importante esse assunto e acho realmente importante, que a atividade captação de recursos, seja atribuída a alguem que tenha experiência e qualidade para isso. Tenho uma MicroEmpresa criada para desenvolvimento de software e até gostaria de ter capacidade para captar recursos para meus projetos futuros, mas ainda nem sequer tive a coragem de tentar. Mas sem dúvida tem que ser alguem profissional para fazer isso.
Marina Heckmann - 29/06/2010 07:10
Ora, esta é uma função que, acima de tudo exige conhecimento de leis de incentivo, marketing (em todos os segmentos). Profundo conhecimento da otimização da marca, para o patrocinador. Isto na iniciativa privada. Na esfera pública, possuir excelente conhecimento no objetivo, para viabilizar os patrocinios, normalmente, o proponente deve ser uma OSCIO, Associação, etc - caso não tenha vinculo, nem espere resultado favorável. E, possuir uma boa malha de contatos.
JOCEI JARDIM RIBEIRO - 08/04/2010 22:42
Parabéns Fernanda, o seu texto nos mostra de forma clara e rápida a diferença de querer recusos e se tornar capaz de obter patrocinadores sua matéria contribui muito para q eu tivesse um olhar mais profissional para o assunto.
Adilson Carlos - 06/04/2010 09:13
Ótimo artigo! Sou Secretário Executivo de uma ONG que trabalha com crianças e adolescente em vulnerabilidade social no município de São Vicente Férrer no interior do Estado de Pernambuco. Sempre tento passar para os membros da instituição que as ongs precisam se profissionalizar e esse artigo além de confirmar o que já vinha sendo dito, também abre o meus olhos para outros problemas que muitas vezes não conseguimos enxergar. MEUS SINCEROS PARABÉNS A AUTORA DO ARTIGO!
Sandra Mara Rangel - 03/04/2010 21:31
É bom saber como funciona passo a passo esse trabalho.
José Roberto Argôlo do Nascimento - 27/03/2010 13:33
Muito bom, esse artigo! Você conseguir retratar de forma clara, os principais problemas da Captação de Recursos. Talvez se, houvessem mais cursos de formação Superior e de forma Aberta e pública, ajudasse a resolver esse problema. Sim! Criaríamos um prlfissional com registro, que tivesse um conselho estadual, pipo OAB. Temos que tentar alguma coisa. Esses devem ser gratuitos e livres. E por falar nisso, estou precisando me profissionalizar na área. Um forte abraço. Beto Argôlo.
Ricardo - 25/03/2010 15:55
Excelente seu artigo, temos uma associação de Vidraçarias chamada ANAVIDRO-Associação Nacional de Vidraçarias e às vezes temos muita dificuldade em conseguir patrocínio para alguns eventos
Washington Lima - 25/03/2010 09:38
Apesar da simplicidade que é para um departamento contábil destinar parte do imposto devido para estimular projetos sócio-desportivo-culturais, o interesse em "alterar" a contabilidade leva a não só implicar a exposição do caixa 2 como também - e por isso - a acreditar que a visibilidade em troca da exposição tributária não é tão significativa que valha o marketing permutado. A novas alteraçãoes na Lei Rouanet não altera a enorme carga tributária (que mantém a receita do governo) mas oportuniza o acesso aos recursos de maneira menos desistente. É coisa deseperguntar: Porque não se pensou nisso antes?
Sylvia Renhe - 25/03/2010 02:09
Concordo com vc em tudo em número e grau, sou artista, e sempre bati o pé no mesmo assunto, pois sempre me disseram que eu teria que saber ( ou aprender) a captar recursos,escrever projetos , produzir, etc, etc. E eu sempre perguntei," em que momento que eu vou poder fazer o que eu realmente sei fazer?" Por que não deixar alguém que saiba o que está fazendo, para fazer melhor do que eu? Mas, acho que a resposta é, cadê esse profissional? Mesmo assim, foi ótimo ler este artigo, lavou minha alma! Obrigada, Sylvia
Sônia Barroso - 24/03/2010 09:55
Gstei muito! Estamos precisando fazer parte desse time de especialista na área de captadores e elaboradores de projetos.
EduardoZamboni de Camargo - 23/03/2010 18:41
Oi Fernanda, pois é menina, precisamos muito de um bom profissional, temos diversos projetos na area cultural, porem esta como sempre muito dificil, se puder por favor nos indicar alguem agradeço.
mariano - 23/03/2010 17:02
Fernanda gostaria de estreitar relaçoes contigo pois temos um produto em que podes nos ajudar. gostei do artigo estamos procurando captador de patrocinio profissional
Tânia Braz - 23/03/2010 15:40
Não te conheço, mas sinto que vc é uma fera. Tudo indica isso: seu texto, seu site, seu logotipo... Parabéns! Essa sua profissão é talvez ainda mais difícil que a minha e vc é pedra rara. Quem sabe um dia a gente trabalhe juntas. Acabei de perder um projeto aprovado na Lei Estadual de Cultura de MG em 2009 por falta de patrocinador... sniff... Bj e boa sorte! Tania Braz BH-MG
Roberto Bosch / Betinho - 23/03/2010 14:01
Fê, Voce coloca esse quadro da necessidade de um captador profissional de forma muito clara. Mas, creio que existe um ponto que não foi colocado na questão: como contratar um captador se não existe recursos para isso? Captadores poderiam trabalhar com percentual do valor captado. Daí o valor a ser captado teria que ser maior. Outra dificuldade que encontrei em relação a percentual sobre captação é que muitas agencias estipulam previamente de 15 a 20% sobre o valor captado. Acho muito justo pois afinal de contas tem toda uma engrenagem que tem que funcionar e os custos pra se manter essa estrura é alto. Mas na Lei de Incentivo ao Esporte, por exemplo, é previsto 5% do valor total apenas para elaboração e captação. OK, a gente elabora, consegue aprovar no Ministério mas não consegue captar. Qual é sua visão sobre esse quadro? Um super beijo e obrigado
Rogerio Gavazza - 23/03/2010 13:24
Concordo plenamente Fernanda. Sou presidente da Federação de Jiu-Jitsu Desportivo do Rio de Janeiro e realmente esta tarefa é bem difícil, mas não impossível, pois já consegui captar alguns patrocínios que na nossa realidade, foi bom. Gostari de marcar uma visita ao seu escritório, ou onde preferir e apresentar o projeto que tenho. Posso enviar por e-mail o projeto e assim ter uma avaliação sua. Pode serw No aguardo, Rogerio Gavazza
katia luiza brito - 23/03/2010 12:23
Excelente artigo, o profissionalismo é fundamental Minha admiração por sua pessoa, assim como sua empresa só cresce. Parabéns Sucesso!!
karine - 23/03/2010 10:26
gostaria que tive um curso em Ilhabela, vc tem interesse de fazer um work shop aqui na ilha? tem várias ongs na cidade que vão gostar de participar!
Amarildo Luiz dos Santos - 23/03/2010 10:26
Acho realmente interessante, e gostaria de saber mais a respeito do curso de captação de recursos.
José Maria Lobo - 23/03/2010 10:17
Achei maravilhoso, com uma linguagem clara , objetiva de quem é profunda conhecedora do assunto. Parabens a V., Dra Fernanda Dearo.
Omar Fernandes Aly - 23/03/2010 10:06
Concordo Fernanda Acontece que é muito difícil achar captadores realmente profissionais. Trabalho com Cinema que é talvez a mais difícil das atividades relativas à captação, pois é uma atividade extremamente "capital-intensiva". Avise-me se souber de muito bons captadores.
Maria de Nazaré Figueiredo da Silva - 23/03/2010 08:42
Excelente. Pura verdade. Parabéns pelo trabalho. Nazaré Silva
andrea guimaraes de souza - 18/03/2010 22:57
Gostaria de fazer o seu curso.
Kid Aguiar - 05/03/2010 21:47
Excelente e, perfeito para muitos de nos que nos aventuramos na necessidade de captar por necessidade de realizar um trabalho que beneficiará muita gente, mas carece de um bom profissional para dar a medida certa para a qualidade e intenção da proposta. Aproveito para expor que também temos deficiencias na captação e gostaríamos de tentar uma parceria para esta tarefa. Somos o Patrulha Ecológica - Escola da Vida. Temos também um projeto denominado BARCO ESCOLA em Caravelas/Bahia - Banco dos Abrolhos.



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